Dicas de informática!
1. Meu computador não liga, o que eu faço?
Dê o troco, não ligue para ele também.
2. Ao ligar, o micro custa a carregar. Tem solução?
Sim, carregue seu micro até a lixeira mais próxima.
3. Ao iniciar, a bandeirinha do Windows aparece na tela duas vezes. Para que serve isso?
É um sinal de que você é completamente imbecil e ainda insiste em comprar produtos da Microsoft.
4. O que faço com o botão Iniciar?
Clique nele, depois em desligar, depois em sim para desligar o computador e aguarde. Quando surgir a mensagem "seu computador já pode ser desligado com segurança", puxe o fio da tomada, enrole no pescoço e aperte bem.
5. Pra que serve a opção Acessórios do Menu/programas?
Serve pra você colocar um toca-fitas no seu micro, vidro fumê, roda de liga leve e volante de fórmula 1.
6. Pra que serve o botão Documentos do menu iniciar?
Serve pra você tirar sua carteira de identidade, CPF, Titulo de Eleitor e atestado de insanidade mental.
7. E o botão Localizar?
Serve pra você encontrar seu provável pai entre os homens da vizinhança.
8. E o botão Executar?
É ideal pra você aplicar em seu irmão mais novo, que vive mexendo no seu micro.
9.Para que serve o Botão direito do mouse?
Pra você apertar sempre que o botão esquerdo estiver cansado.
10. Como faço para rodar o Word?
Pegue o gabinete e gire-o rapidamente. O Word vai rodar até ficar tonto.
11. Como faço para salvar um documento?
Espere o documento tentar atirar-se pela janela do Word. Então, segure-o com firmeza.
12. Como dou nome para um documento?
Não se preocupe com formalidades. Pode chamá-lo pelo apelido.
13. O Power Point faz apresentações?
Faz, mas é muito tímido. Não espere por ele e apresente-se você mesmo.
14. O que é Correio Eletrônico?
É um sistema que envia o carteiro pela tomada elétrica.
15. O que é homepage?
É uma casa feita com folhas de papel.
16. Por que o site da Microsoft está sempre congestionado?
Porque os técnicos estão ocupados consertando bugs.
17. O que é bug?
É um carrinho que parece um Jeep.
sábado, 12 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Como Instalar o Windows XP através de um Pen Drive

Muito se tem falado, na complicação que se torna a instalação do Windows em netbooks sem drive óptica. Para instalar o Windows XP através de uma Drive USB, necessitamos dos seguintes ingredientes:
* CD de Instalação do Windows XP
* WinSetupFromUSB disponível na secção de downloads
* Um Pen Drive com no mínimo 1GB.
1. Coloque a o Pen Drive.
2. Instalar o WinSetupFromUSB.

3. Selecionar o caminho para o CD do Windows XP no campo “Windows 2000/XP/2003 Source”.
4. Selecionar a Pen drive no campo “USB Disk Selection”.
Nota: CUIDADO, é necessário escolher a Pen drive correta.
5. Carregar no botão “HP format Tool”.
5.1 – Selecionar no campo “Device” do Pen drive.
5.2 – Selecionar no campo “File System” a opção “FAT”.

5.3 – Carregar no botão “Start”.
6. Após ter formatado a Drive USB, voltar ao programa WinSetupFromUSB.
7. Carregar no botão “GO”.
8. Após ter esperado, necessita de ir a BIOS do computador que vai receber a drive, e ativar o boot pelo Pen drive.
9. Após fazer o boot pelo Pen drive, selecionar a opção “Windows Xp … Setup”.
10. Depois selecionar a “First Part of Windows XP setup”.
11. E quando o computador reiniciar, repetir o passo 9 e de seguida selecionar “Windows XP Second Part + Start Windows for first time.”
Parabéns conseguiu instalar com sucesso o Windows XP a partir da seu Pen drive .
Licença: Open Source
Sistemas Operativos: Windows XP
Download: WinSetupFromUSB-0.1.1 [3,01 MB]
Fonte: PPLWare
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Hoaxes evangélicos (I) - GIGANTES
GIGANTES
A notícia correu sites, listas e blogs evangélicos: uma escavação no deserto da Arábia Saudita teria revelado a existência de um esqueleto humano de tamanho fenomenal. A reportagem, que trazia uma foto mostrando um pesquisador ao lado de um enorme crânio, foi publicada originalmente no jornal The New Nation, de Bangladesh, e mesmo tendo circulado no suspeitíssimo território livre da internet, muita gente boa acreditou na história. Para os que crêem na Bíblia, a novidade tinha importância especial – a descoberta poderia corroborar cientificamente alguns relatos do livro do Gênesis que mencionam a existência de gigantes na Antigüidade, os enaquins. Rapidamente, cristãos dos mais variados pontos do planeta logo abraçaram o que se apresentava como “prova irrefutável da veracidade das Escrituras”.
Em pouco tempo, contudo, a farsa foi desmascarada. A foto não passava de uma montagem feita para um bem humorado concurso de manipulação de imagens realizado em outubro de 2002.
A notícia correu sites, listas e blogs evangélicos: uma escavação no deserto da Arábia Saudita teria revelado a existência de um esqueleto humano de tamanho fenomenal. A reportagem, que trazia uma foto mostrando um pesquisador ao lado de um enorme crânio, foi publicada originalmente no jornal The New Nation, de Bangladesh, e mesmo tendo circulado no suspeitíssimo território livre da internet, muita gente boa acreditou na história. Para os que crêem na Bíblia, a novidade tinha importância especial – a descoberta poderia corroborar cientificamente alguns relatos do livro do Gênesis que mencionam a existência de gigantes na Antigüidade, os enaquins. Rapidamente, cristãos dos mais variados pontos do planeta logo abraçaram o que se apresentava como “prova irrefutável da veracidade das Escrituras”.
Em pouco tempo, contudo, a farsa foi desmascarada. A foto não passava de uma montagem feita para um bem humorado concurso de manipulação de imagens realizado em outubro de 2002.
Hoaxes evangélicos (II) - GEMIDOS DO INFERNO
GEMIDOS DO INFERNO
Há alguns anos, circulou pelas igrejas, inclusive nos púlpitos, a aterradora informação de que teriam sido gravados gritos e gemidos saídos das profundezas do inferno. A gravação dos tais sons, devidamente reproduzida da internet, correu mundo e virou peça fundamental de eloqüentes pregações contra as macabras conseqüências do pecado e da rebeldia contra Deus.
Nos EUA, a história chegou a ser transmitida em cadeia nacional por uma emissora cristã. O caso era mais ou menos este: um grupo de pesquisadores russos, ao fazer uma escavação na Sibéria, teria descoberto que o centro da Terra é oco. Então, por meio de uma sonda, introduziram um microfone na fenda e teriam gravado “as vozes do inferno”, como ficaram conhecidas. Para decepção dos evangelistas mais exaltados, que já usavam o material para admoestar os ímpios, tudo era uma farsa surgida a partir de um artigo traduzido de um jornal finlandês. Ao contrário do que se dizia, não se tratava de um respeitável veículo científico, mas sim, de publicação de um grupo de cristãos.
Só que rastrear as origens de um boato nem sempre é fácil. O artigo tinha sido coletado por um colaborador a partir de outro jornal. Neste, por sua vez, a incrível história era apenas um texto escrito por um leitor, numa seção onde as pessoas podiam escrever sobre o que desejassem. E como quem conta um conto aumenta um ponto, ninguém sabia como a história havia começado. Então, Age Rendalen, um cristão norueguês radicado nos EUA, admirado com a facilidade com que os crentes ali acreditavam em histórias sem verificar sua autenticidade, resolveu ampliar o mito. Após saber do caso pela televisão, escreveu para a emissora, dizendo que havia voltado à Noruega e encontrado os jornais que confirmavam a impressionante descoberta, incluindo uma foto da equipe russa (forjada por ele). Claro que nada foi confirmado com Rendalen, apesar de ele ter colocado seu nome e endereço na carta para dirimir qualquer dúvida.
Há alguns anos, circulou pelas igrejas, inclusive nos púlpitos, a aterradora informação de que teriam sido gravados gritos e gemidos saídos das profundezas do inferno. A gravação dos tais sons, devidamente reproduzida da internet, correu mundo e virou peça fundamental de eloqüentes pregações contra as macabras conseqüências do pecado e da rebeldia contra Deus.
Nos EUA, a história chegou a ser transmitida em cadeia nacional por uma emissora cristã. O caso era mais ou menos este: um grupo de pesquisadores russos, ao fazer uma escavação na Sibéria, teria descoberto que o centro da Terra é oco. Então, por meio de uma sonda, introduziram um microfone na fenda e teriam gravado “as vozes do inferno”, como ficaram conhecidas. Para decepção dos evangelistas mais exaltados, que já usavam o material para admoestar os ímpios, tudo era uma farsa surgida a partir de um artigo traduzido de um jornal finlandês. Ao contrário do que se dizia, não se tratava de um respeitável veículo científico, mas sim, de publicação de um grupo de cristãos.
Só que rastrear as origens de um boato nem sempre é fácil. O artigo tinha sido coletado por um colaborador a partir de outro jornal. Neste, por sua vez, a incrível história era apenas um texto escrito por um leitor, numa seção onde as pessoas podiam escrever sobre o que desejassem. E como quem conta um conto aumenta um ponto, ninguém sabia como a história havia começado. Então, Age Rendalen, um cristão norueguês radicado nos EUA, admirado com a facilidade com que os crentes ali acreditavam em histórias sem verificar sua autenticidade, resolveu ampliar o mito. Após saber do caso pela televisão, escreveu para a emissora, dizendo que havia voltado à Noruega e encontrado os jornais que confirmavam a impressionante descoberta, incluindo uma foto da equipe russa (forjada por ele). Claro que nada foi confirmado com Rendalen, apesar de ele ter colocado seu nome e endereço na carta para dirimir qualquer dúvida.
Hoaxes evangélicos (III) - UM DIA QUE SUMIU
Um dia que “sumiu” – Outra história pitoresca do imaginário coletivo dos evangélicos há tempos é a do dia que falta na História. Essa, aliás, vem de muito antes do surgimento da internet – mas, evidentemente, potencializou-se pelas ondas da web e, vez por outra, aterrissa na caixa postal de algum desavisado. Eis a tal estória: Nos anos 60, cientistas da NASA, ao participarem de um levantamento sobre a posição do sol, da lua e dos planetas nos últimos séculos, teriam percebido que falta um dia na história do universo. Um dos participantes do estudo, então, teria lembrado do que aprendera na Escola Dominical sobre os relatos do livro bíblico de Josué. No capítulo 10, está o registro do dia em que o líder hebreu, percebendo que seu exército estava prestes a vencer uma batalha, pediu a Deus que o sol parasse, a fim de prolongar a claridade do dia e consolidar a vitória de Israel.
A verdade é que o tal levantamento da NASA é pura especulação. A suposta pesquisa sobre o dia que falta surgiu num livro escrito pelo cientista Harry Rimmer, publicado em 1936. Nele, o autor menciona outro livro publicado em 1890, de um professor da Universidade de Yale que falava sobre o tal dia. Por volta de 1960, a história do cientista já circulava em vários âmbitos. Harold Hill, escritor e presidente da Curtis Engine Company, passou a contá-la para seus alunos. Após ser comentada na coluna de um jornal de Indiana, nos EUA, a notícia começou a se espalhar na forma de artigos, devidamente reproduzidos em boletins de igrejas e citados por pregadores. Hill, por sua vez, reconheceu não ter nenhuma prova do que contou, mas nunca abriu mão de considerar o relato verdadeiro, dedicando-lhe, inclusive, um capítulo todo de um livro seu – e, infelizmente, quem creu na história não demonstrou muito interesse em saber a verdade. Nestes casos, o que vale mais é a fantasia.
A verdade é que o tal levantamento da NASA é pura especulação. A suposta pesquisa sobre o dia que falta surgiu num livro escrito pelo cientista Harry Rimmer, publicado em 1936. Nele, o autor menciona outro livro publicado em 1890, de um professor da Universidade de Yale que falava sobre o tal dia. Por volta de 1960, a história do cientista já circulava em vários âmbitos. Harold Hill, escritor e presidente da Curtis Engine Company, passou a contá-la para seus alunos. Após ser comentada na coluna de um jornal de Indiana, nos EUA, a notícia começou a se espalhar na forma de artigos, devidamente reproduzidos em boletins de igrejas e citados por pregadores. Hill, por sua vez, reconheceu não ter nenhuma prova do que contou, mas nunca abriu mão de considerar o relato verdadeiro, dedicando-lhe, inclusive, um capítulo todo de um livro seu – e, infelizmente, quem creu na história não demonstrou muito interesse em saber a verdade. Nestes casos, o que vale mais é a fantasia.
Hoaxes evangélicos (IV) - Satanismo da Procter & Gamble
Bem mais realista foi o boato alarmante dando conta de que a multinacional Procter & Gamble (P&G), fabricante de produtos de beleza e higiene, incentivava o satanismo. Tudo porque seu presidente teria declarado, em um programa de TV nos EUA, que 10% dos lucros da corporação eram destinados à igreja de Satanás em território americano. E o pior é que o dirigente da P&G ainda teria acrescentado, com ares de bravata, que não temia qualquer retaliação por parte dos evangélicos contra os seus produtos. Assim que a história veio à tona, iniciou-se uma verdadeira cruzada contra a empresa, que atingiu até o Brasil. Por aqui, zelosas mamães crentes evitavam até mesmo vestir seus bebês com as fraldas fabricadas pela empresa, já que, como se dizia, as peças tinham, escondida, a imagem da Besta. Só que além de a declaração do presidente da P&G nunca ter sido dada – os cinco diferentes apresentadores mencionados no boato desmentiram que a entrevista tivesse sido feita – também não existe nenhuma marca satânica nos rótulos dos produtos da multinacional.
Hoaxes evangélicos (V) - Satanismo do McDonald’s
Outra insinuação de satanismo explícito foi feita contra a rede de fast-food McDonald’s. Acontece que algumas pessoas conseguiram enxergar o tridente do diabo no conhecido logotipo do grupo (um “M” amarelo estilizado). Apesar da irrelevância do fato, a coisa gerou bastante comentários pelas igrejas. Grupos de jovens que esticavam os cultos nas mesas do McDonald’s começaram a procurar outros programas, e alguns mais zelosos chegaram até a boicotar o BigMac nos lanches com os amigos. Apesar de o grupo nunca ter dado importância ao fato – tanto que jamais emitiu qualquer tipo de nota desmentindo, o boato veio por terra quando se divulgou, no início deste ano, que Joan Kroc, viúva do presidente da megacorporação, Ray, doara parte do miliardário espólio – a bagatela de US$ 1,5 bilhão, equivalente a R$ 4 bi – à Igreja Evangélica Exército de Salvação, que se dedica à pregação do Evangelho e ao socorro aos desvalidos.
Hoaxes evangélicos (VI) - O mito das “conversões”
O mito das “conversões” – Outra fonte inesgotável de boatos entre evangélicos é o que se poderia chamar de conversões fajutas. Volta e meia, circulam, em tons ufanistas, relatos dando conta de que determinada celebridade ou ator famoso entregou sua vida a Cristo. Morto num acidente nas pistas há dez anos, o supercampeão de fórmula 1 Ayrton Senna já foi tido diversas vezes como convertido. Embora o corredor, um dos maiores ídolos do esporte brasileiro, sempre tenha deixado clara sua fé em Deus, ele jamais admitiu que havia se tornado evangélico. Edson Arantes do Nascimento, o rei Pelé, também já virou crente – pelo menos, é o que foi dito até mesmo em sites evangélicos. Neste caso, o que alimenta o mito é o fato de que Pelé era casado com a cantora gospel Assíria Nascimento. Além disso, os filhos gêmeos do casal foram apresentados a Deus numa igreja evangélica do Recife (PE), o que reforçou as especulações. Contudo, o ex-atleta continua afirmando que é católico, embora admita “admiração” pela fé da mulher. Em entrevista concedida a ECLÉSIA numa época em que os boatos fervilhavam, a própria Assíria reconheceu seu desconforto com a situação. “Sofri muitas cobranças. Já disseram até que eu fui colocada por Deus ao seu lado para levá-lo a Cristo”. Pelé, por sua vez, chegou a dar declarações dizendo que continuava fiel da Igreja Católica Apostólica Romana.
Hoaxes evangélicos (VII) - Hello Kitty
Várias versões sobre a boneca da simpática gatinha Hello Kitty, permeiam a internet. Vejamos:
1) A gatinha não tem boca, porque a filha de uma mulher (a criadora da boneca) nasceu sem boca e ela invocou o diabo, prometendo que se fizesse a boca aparecer, ela consagraria uma boneca a ele, daí inventou a tal boneca sem boca.
2) A gatinha não tem boca sem boca, porque a filha de uma mulher (a criadora da boneca) teve câncer na boca aos 14 anos e ela invocou o diabo, prometendo que se curasse a sua filha, ela consagraria uma boneca a ele, daí inventou a tal boneca sem boca.
3) A Hello Kitty é do diabo porque ela não queima. -- Eles acham isso porque a boneca realmente não queima, mas tem explicação. As indústrias de brinquedos estão cada vez mais preocupadas com a segurança das crianças, então os materiais
utilizados hoje em dia visam a não-propagação do fogo.
4) A origem do nome, segundo eles: Hello (Olá - no idioma inglês), e Kitty (demônio - em japonês). Ué? JAPONÊS??? Kitty é uma palavra de origem inglesa que significa gatinha. Então Hello Kitty significa "Olá, gatinha!". Tem uns que dizem que nem era japonês e sim javanês. Como podem ver, fazem qualquer coisa para tentar justificar a mentira em que acreditam.
1) A gatinha não tem boca, porque a filha de uma mulher (a criadora da boneca) nasceu sem boca e ela invocou o diabo, prometendo que se fizesse a boca aparecer, ela consagraria uma boneca a ele, daí inventou a tal boneca sem boca.
2) A gatinha não tem boca sem boca, porque a filha de uma mulher (a criadora da boneca) teve câncer na boca aos 14 anos e ela invocou o diabo, prometendo que se curasse a sua filha, ela consagraria uma boneca a ele, daí inventou a tal boneca sem boca.
3) A Hello Kitty é do diabo porque ela não queima. -- Eles acham isso porque a boneca realmente não queima, mas tem explicação. As indústrias de brinquedos estão cada vez mais preocupadas com a segurança das crianças, então os materiais
utilizados hoje em dia visam a não-propagação do fogo.
4) A origem do nome, segundo eles: Hello (Olá - no idioma inglês), e Kitty (demônio - em japonês). Ué? JAPONÊS??? Kitty é uma palavra de origem inglesa que significa gatinha. Então Hello Kitty significa "Olá, gatinha!". Tem uns que dizem que nem era japonês e sim javanês. Como podem ver, fazem qualquer coisa para tentar justificar a mentira em que acreditam.
Hoaxes evangélicos (VIII) - Maionese Hellmans
Maionese Hellmans - Consagrada ao diabo (deu pano pra manga essa desgraça aqui), por motivos óbvios. Bom eles acham que Hell (inferno)+ Man (homens) + 's (do) = Homens do inferno.
Só que não tem nada a ver. O criador desta maionese foi um Alemão. Em 1903, o imigrante alemão Richard Hellman chegou aos EUA e em 1905, abriu um delicatessen na cidade de Nova York. A receita da maionese de sua mulher era vendida em sua loja para acompanhar as saladas prontas. A maionese tornou-se tão popular que passou a ser vendida em potes, acondicionados em caixas de madeira, para ser usada como manteiga. Inicialmente, Hellmann vendeu duas versões da receita, e para diferenciá-las, enrolou uma fita azul no pote de uma delas. A demanda pelos potes com a fita azul, conhecida como a maionese do laço azul, era tão grande que em 1912, Hellmann idealizou uma etiqueta azul para colar no pote, muito semelhante ao logotipo atual. Este ano ficou oficialmente conhecido como o lançamento da tradicional maionese, introduzida no mercado com o nome de Hellmann's Blue Ribbon Mayonnaise. O sucesso foi tão grande que a maionese passou a ser produzida em pequenas fábricas e distribuída por uma frota de caminhões.
Portanto a maionese Hellmans é apenas a maionese do Hellmans, e não do diabo.
Só que não tem nada a ver. O criador desta maionese foi um Alemão. Em 1903, o imigrante alemão Richard Hellman chegou aos EUA e em 1905, abriu um delicatessen na cidade de Nova York. A receita da maionese de sua mulher era vendida em sua loja para acompanhar as saladas prontas. A maionese tornou-se tão popular que passou a ser vendida em potes, acondicionados em caixas de madeira, para ser usada como manteiga. Inicialmente, Hellmann vendeu duas versões da receita, e para diferenciá-las, enrolou uma fita azul no pote de uma delas. A demanda pelos potes com a fita azul, conhecida como a maionese do laço azul, era tão grande que em 1912, Hellmann idealizou uma etiqueta azul para colar no pote, muito semelhante ao logotipo atual. Este ano ficou oficialmente conhecido como o lançamento da tradicional maionese, introduzida no mercado com o nome de Hellmann's Blue Ribbon Mayonnaise. O sucesso foi tão grande que a maionese passou a ser produzida em pequenas fábricas e distribuída por uma frota de caminhões.
Portanto a maionese Hellmans é apenas a maionese do Hellmans, e não do diabo.
Hoaxes evangélicos (IX) - A menina da mão colada
Suposto fenômeno anuncia volta de Jesus
Um boato chamou atenção dos moradores de Itaguaí - RJ, e a atenção de vários jornais. De tão curiosa e inusitada, a notícia rompeu as fronteiras da cidade, despertando a curiosidade de pessoas em todo o Brasil. Várias pessoas procuravam saber a respeito de uma criança ter nascido no Hospital Municipal São Francisco Xavier, em Itaguaí, com uma anomalia congênita.
Segundo os relatos, a criança teria nascido com as mãos coladas, obrigando a equipe médica a submetê-la a uma cirurgia para a separação dos dois membros. Após operação, contudo, veio a suposta surpresa: uma mensagem nas mãos da criança indicava “Jesus Cristo voltará!”. Ainda de acordo com os depoimentos, horas depois a criança faleceu. Alguns relatos dizem que a escrita estava em hebraico.
Me digam se acreditar nisso é racional? De qualquer forma, causou tal rebuliço que até o jornal O DIA foi à Itaguaí, certificar-se do fato. E obviamente constatou que era mentira.
Querem saber do mais interessante? Descobriu-se que essa notícia existe ANTES do surgimento da internet. Há uns 30 anos circula no meio evangélico, sem ninguém tenha testemunhado o nascimento de tal criança.
Lamento, mas se vocês não querem ser envergonhados, então, sejam sábios, analisem a notícia primeiro, pensem, submetam a informação a uma análise crítica e racional primeiro, e se não tiver provas, não divulgue!
Essa notícia é uma tentativa de fazer vocês enxergarem o quanto estão errando ao não questionarem nada!
Um boato chamou atenção dos moradores de Itaguaí - RJ, e a atenção de vários jornais. De tão curiosa e inusitada, a notícia rompeu as fronteiras da cidade, despertando a curiosidade de pessoas em todo o Brasil. Várias pessoas procuravam saber a respeito de uma criança ter nascido no Hospital Municipal São Francisco Xavier, em Itaguaí, com uma anomalia congênita.
Segundo os relatos, a criança teria nascido com as mãos coladas, obrigando a equipe médica a submetê-la a uma cirurgia para a separação dos dois membros. Após operação, contudo, veio a suposta surpresa: uma mensagem nas mãos da criança indicava “Jesus Cristo voltará!”. Ainda de acordo com os depoimentos, horas depois a criança faleceu. Alguns relatos dizem que a escrita estava em hebraico.
Me digam se acreditar nisso é racional? De qualquer forma, causou tal rebuliço que até o jornal O DIA foi à Itaguaí, certificar-se do fato. E obviamente constatou que era mentira.
Querem saber do mais interessante? Descobriu-se que essa notícia existe ANTES do surgimento da internet. Há uns 30 anos circula no meio evangélico, sem ninguém tenha testemunhado o nascimento de tal criança.
Lamento, mas se vocês não querem ser envergonhados, então, sejam sábios, analisem a notícia primeiro, pensem, submetam a informação a uma análise crítica e racional primeiro, e se não tiver provas, não divulgue!
Essa notícia é uma tentativa de fazer vocês enxergarem o quanto estão errando ao não questionarem nada!
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Formatos de Video
Bom, nessa página você verá o que signfica cada sigla que aparece nos posts dos blogs de downloads; leia com atenção para saber qual arquivo baixar mais tarde, pois cada um tem uma qualidade de áudio/video diferente e se você não entender, pode acabar baixando algum arquivo que não vai assistir depois..
Antes de tudo “Release” nada mais é que o arquivo do filme; ao longo do tempo vão saindo várias versões e essas são chamadas de Releases.
CAM O CAM é um “rip” feito no cinema, normalmente com uma câmera digital. Às vezes é usado um tripé, mas na maioria das vezes isso não é possível, deixando a filmagem tremida. Devido aos lugares disponíveis no cinema também não serem sempre no centro, pode ser filmado com ângulos diferentes. Se cortado (cropped) adequadamente, é difícil diferenciar, a não ser que tenha legendas na tela, mas muitas vezes os CAM são deixados com bordas pretas na parte de cima e de baixo da tela. O som é gravado com o microfone embutido da câmera e, especialmente em comédias, risadas são ouvidas durante o filme. Devido a esses fatores, a qualidade de som e imagem costumam ser muito ruins, mas as vezes, com sorte, o cinema está quase vazio e apenas baixos ruídos serão ouvidos.
TELESYNC (TS) Um telesync tem as mesmas características de um CAM, só que usa uma fonte externa de áudio (normalmente um fone de ouvido na poltrona para pessoas que não ouvem bem). Uma fonte de áudio direto não garante uma boa qualidade de áudio, pois muitos barulhos podem interferir. Muitas vezes um telesync é filmado em um cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, gerando uma melhor qualidade de imagem. A qualidade varia muito, por isso veja um sample (amostra) antes de baixar o filme por completo. A maior parte dos Telesyncs são CAMs que foram rotuladas de forma errada.
TELECINE (TC) Uma máquina de telecine copia o filme digitalmente dos rolos. O som e a imagem costumam ser muito bons, mas devido ao equipamento e custos envolvidos, os telecine são muito raros. Geralmente o filme estará com o aspect ratio (proporção) correto, apesar de existirem telecine de 4:3 (tela cheia). TC não deve ser confundido com TimeCode , que é um contador visível e fixo durante todo o filme.
SCREENER (SCR) Uma fita VHS prévia, enviada para locadoras e vários outros lugares, para uso promocional. Um screener é fornecido de uma fita VHS e normalmente em 4:3 (tela cheia), apesar de alguns screener com faixas pretas já terem sido lançados. A maior desvantagem é um “ticker” (uma mensagem que aparece na parte de baixo da tela com os direitos autorais e um telefone anti-pirataria). Além de que, se a fita tiver algum número de série, ou qualquer outra marca que possa denunciar a origem da fita, esses terão de ser escondidos, normalmente com uma faixa preta em cima. Isso costuma durar apenas uns segundos, mas infelizmente, em alguma cópias, dura o filme inteiro e alguns podem ser bem grandes.
R5 R5 se refere a um formato específico de DVD região 5. Em um esforço para competir com a pirataria, a indústria decidiu criar esse novo formato que é produzido mais rápido e mais barato do que os tradicionais DVDs. O que os difere dos DVDs tradicionais é que os R5 são tranferidos diretamente de um telecine sem qualquer tipo de processamento de imagem, e sem nenhum adicional. Às vezes os DVDs R5 são lançados sem áudio em inglês, exigindo que os grupos de pirataria usem o áudio de outra fonte. Nesse caso o release possui a descrição “.LINE” para distinguir daqueles que possuem o áudio do original. A . No final de 2006 alguns grupos como o DREAMLIGHT, mSs e PUKKA passaram a nomear seus Releases de “.R5″ e sugeriram a outros grupos que fizessem o mesmo.
DVD-SCREENER (DVDscr) Mesmas condições do screener, mas com uma fonte de DVD. Normalmente com letterbox (faixas pretas), mas sem os extras que o DVD final (de venda e/ou aluguel) possa ter. O ticker não costuma ficar nas faixas pretas, e pode atrapalhar a visão. Se o “ripador” tiver o mínimo de conhecimento, um DVDscr deve sair muito bom.
DVDRip Uma cópia do lançamento final do DVD. Se possível, é lançado na internet antes mesmo do DVD de venda e/ou aluguel ser lançado. A qualidade deve ser excelente.
DVDRip Dual Audio/Dublado - Mesma qualidade de um DVDRip normal, mas com o áudio somente em português, ou em em português e inglês (veja a página “Como assitir” para mais informações.)
Antes de tudo “Release” nada mais é que o arquivo do filme; ao longo do tempo vão saindo várias versões e essas são chamadas de Releases.
CAM O CAM é um “rip” feito no cinema, normalmente com uma câmera digital. Às vezes é usado um tripé, mas na maioria das vezes isso não é possível, deixando a filmagem tremida. Devido aos lugares disponíveis no cinema também não serem sempre no centro, pode ser filmado com ângulos diferentes. Se cortado (cropped) adequadamente, é difícil diferenciar, a não ser que tenha legendas na tela, mas muitas vezes os CAM são deixados com bordas pretas na parte de cima e de baixo da tela. O som é gravado com o microfone embutido da câmera e, especialmente em comédias, risadas são ouvidas durante o filme. Devido a esses fatores, a qualidade de som e imagem costumam ser muito ruins, mas as vezes, com sorte, o cinema está quase vazio e apenas baixos ruídos serão ouvidos.
TELESYNC (TS) Um telesync tem as mesmas características de um CAM, só que usa uma fonte externa de áudio (normalmente um fone de ouvido na poltrona para pessoas que não ouvem bem). Uma fonte de áudio direto não garante uma boa qualidade de áudio, pois muitos barulhos podem interferir. Muitas vezes um telesync é filmado em um cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, gerando uma melhor qualidade de imagem. A qualidade varia muito, por isso veja um sample (amostra) antes de baixar o filme por completo. A maior parte dos Telesyncs são CAMs que foram rotuladas de forma errada.
TELECINE (TC) Uma máquina de telecine copia o filme digitalmente dos rolos. O som e a imagem costumam ser muito bons, mas devido ao equipamento e custos envolvidos, os telecine são muito raros. Geralmente o filme estará com o aspect ratio (proporção) correto, apesar de existirem telecine de 4:3 (tela cheia). TC não deve ser confundido com TimeCode , que é um contador visível e fixo durante todo o filme.
SCREENER (SCR) Uma fita VHS prévia, enviada para locadoras e vários outros lugares, para uso promocional. Um screener é fornecido de uma fita VHS e normalmente em 4:3 (tela cheia), apesar de alguns screener com faixas pretas já terem sido lançados. A maior desvantagem é um “ticker” (uma mensagem que aparece na parte de baixo da tela com os direitos autorais e um telefone anti-pirataria). Além de que, se a fita tiver algum número de série, ou qualquer outra marca que possa denunciar a origem da fita, esses terão de ser escondidos, normalmente com uma faixa preta em cima. Isso costuma durar apenas uns segundos, mas infelizmente, em alguma cópias, dura o filme inteiro e alguns podem ser bem grandes.
R5 R5 se refere a um formato específico de DVD região 5. Em um esforço para competir com a pirataria, a indústria decidiu criar esse novo formato que é produzido mais rápido e mais barato do que os tradicionais DVDs. O que os difere dos DVDs tradicionais é que os R5 são tranferidos diretamente de um telecine sem qualquer tipo de processamento de imagem, e sem nenhum adicional. Às vezes os DVDs R5 são lançados sem áudio em inglês, exigindo que os grupos de pirataria usem o áudio de outra fonte. Nesse caso o release possui a descrição “.LINE” para distinguir daqueles que possuem o áudio do original. A . No final de 2006 alguns grupos como o DREAMLIGHT, mSs e PUKKA passaram a nomear seus Releases de “.R5″ e sugeriram a outros grupos que fizessem o mesmo.
DVD-SCREENER (DVDscr) Mesmas condições do screener, mas com uma fonte de DVD. Normalmente com letterbox (faixas pretas), mas sem os extras que o DVD final (de venda e/ou aluguel) possa ter. O ticker não costuma ficar nas faixas pretas, e pode atrapalhar a visão. Se o “ripador” tiver o mínimo de conhecimento, um DVDscr deve sair muito bom.
DVDRip Uma cópia do lançamento final do DVD. Se possível, é lançado na internet antes mesmo do DVD de venda e/ou aluguel ser lançado. A qualidade deve ser excelente.
DVDRip Dual Audio/Dublado - Mesma qualidade de um DVDRip normal, mas com o áudio somente em português, ou em em português e inglês (veja a página “Como assitir” para mais informações.)
domingo, 9 de novembro de 2008

Vírus no Orkut: todo cuidado é pouco!
Print screen da comunidade Infectados pelo Vírus do Orkut
Atenção: nesta madrugada de terça para quarta-feira surgiu o que aparenta ser um novo vírus tocando o horror no Orkut. E saiba que, por enquanto, a única maneira de você não ser infectado é não acessando o seu perfil. Aparentemente, a outra maneira de escapar da contaminação é evitar que aplicativos em Flash sejam rodados em seu navegador (se você usa Firefox, instale o aplicativo Flashblock).
Agora, se a esta altura do campeonato você já viu o seu scrapbook e estranhou vê-lo entuchado por dezenas de recados com os dizeres "2008 vem aí... Que ele comece mto bem para vc...", sinto muito: você já deve estar com o tal vírus instalado em sua máquina. O que ele faz? Teorizou Thiago Borbs: "É um Flash que executa um javascript. Ele envia scraps pra sua lista e te enfia numa comunidade". A tal comunidade, intitulada "Infectados pelo Vírus do Orkut", reuniu mais de 300 mil usuários em apenas meia hora, conforme relatou Flávia Durante. Há usuários que afirmam ainda que o tal vírus impede que um usuário envie ou responda scraps, embora ainda seja possível apagar os recados.
Erick Xavier, do site 1 Minute in My Life, publicou o código completo do vírus. E Gustavo Jreige, ao lado de Flávia Durante, foi um dos usuários que rastrearam na internet os dados do criador do script que infestou o site mais acessado do Brasil. Seu nome é Rodrigo Lacerda de Melo, também conhecido pelo nickname de Rodlac. Ele escreve no Blog do CTRL+C, e recentemente havia divulgado uma maneira de como espiar recados bloqueados no Orkut.
Pouco depois que sua identidade foi revelada no Twitter, o próprio Rodrigo tratou de se manifestar em seu blog, por meio do post "Como baguncei o orkut em um dia". Eis a explicação do (ir)responsável por toda a confusão sobre sua engenhoca:
"Funciona assim:
- Você lê o scrap com o código;
- Ele injeta um código javascript no seu navegador;
- O código faz você entrar na comunidade;
- Coleta a sua lista de amigos;
- Envia o recado com o código para eles."
Thiago Velloso, do Blog Rio Temporada, publicou uma maneira de impedir que esse script malicioso ataque o seu computador. Eis as dicas divulgadas por Thiago:
1. Clique na aba "Ferramentas" do seu Internet Explorer. Se a sua versão é a 7, ela só aparece se você apertar o botão "Alt".
2. Em seguida, abra "Opções da Internet" e clique na aba "Segurança".
3. Surgirá um ícone intitulado "sites restritos". Clique nele e em seguida em "sites".
4. Digite na caixa "files.myopera.com" sem as aspas, e clique em "Adicionar".
5. Pronto. Você já pode navegar no orkut sem espalhar esse vírus.
A esta altura do campeonato (agora são 02:30 da madruga), o pessoal do Orkut já pode ter começado a solucionar o problema. Segundo Cris Dias, os scraps contaminados começaram a desaparecer, indício de que, embora o blog oficial do Orkut ainda não tenha publicado nenhum manifesto sobre o assunto, pessoas perderam o sono lá no Google.
Felizmente soube do problema, antes de ser infectado com o tal vírus que andou atacando todos os usuários do Orkut nesta madrugada, graças aos recados deixados no Twitter. Eu, que gosto de manter meus três pés atrás em imbróglios como este, não vou pagar pra ver, e escrevi este post baseado exclusivamente nos relatos das "vítimas" deste caso. O caso recorda muito o episódio do roubo das comunidades do Orkut (inclusive citado por Rodrigo Lacerda em seu blog), ocorrido em dezembro de 2004, no qual Vinícius K-Max pegou emprestado o controle de algumas das maiores comunidades com o intuito de denunciar falhas de segurança no site. Como diria Marx, mais uma vez a história se repete como farsa...
Bem, por enquanto é isso. A qualquer momento o Plantão da Globo retornará com novas informações sobre este caso. ;)
P.S. 1: Eis o vídeo que o DJ Raphael Mendes fez mostrando o crescimento da comunidade criada por Rodrigo Lacerda.
P.S. 2: Conforme esclareceu Rodrigo posteriormente em seu blog, não há "de Melo" em seu sobrenome. Aliás, segundo a descrição na comunidade (vide print screen tirado às 05:01), seu nome completo seria "Rodrigo Lacerada", mas creio que se trata de um erro de digitação cometido pelo mesmo. Outro momento mea culpa: enganei-me sobre o episódio envolvendo K-Max e o Cocadaboa que foi citado por Lacerda. Na verdade, foi outro.
P.S. 3: Vinícius K-Max, referência obrigatória quando o assunto é falhas no código do Orkut, deixou um comentário bastante esclarecedor neste post:
Bom, o Lacerda fez um código impecável. Só pecou em usar o nome "VÍRUS", o quejavascript:void(0)
Publicar postagem assustou muita gente e com razão. O estudante de veterinária ou a dona de casa não são obrigados a saber o que é um Vírus e o que é um Worm.
Aliás, Worm seria o nome mais adequado pra esse código do Rodrigo, pois se auto-prolifera via web através de uma vulnerabilidade XSS (cross site scripting) e não atinge a máquina do usuário, portanto não destrói nem rouba dados. Nada de vírus aqui então!
P.S. 4: O blog oficial do Orkut manifestou-se sobre o assunto na quinta-feira, dia 20.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Ataques DoS (Denial of Service) e DDoS (Distributed DoS)
Quem acompanha os noticiários de informática ou o próprio Boletim AntiVírus do InfoWester certamente já se deparou com matérias que citam ataques DoS ou ataques DDoS a sites. No entanto, poucos realmente sabem o que esses ataques fazem e como funcionam. O objetivo deste artigo é dar explicações sobre isso e também mostrar as conseqüências de tais ataques.
O que são ataques DoS
De acordo com a definição do CERT (Computer Emergency Response Team), os ataques DoS (Denial of Service), também denominados Ataques de Negação de Serviços, consistem em tentativas de impedir usuários legítimos de utilizarem um determinado serviço de um computador. Para isso, são usadas técnicas que podem: sobrecarregar uma rede a tal ponto em que os verdadeiros usuários dela não consigam usá-la; derrubar uma conexão entre dois ou mais computadores; fazer tantas requisições a um site até que este não consiga mais ser acessado; negar acesso a um sistema ou a determinados usuários.
Explicando de maneira ilustrativa, imagine que você usa um ônibus regularmente para ir ao trabalho. No entanto, em um determinado dia, uma quantidade enorme de pessoas "furaram a fila" e entraram no veículo, deixando-o tão lotado que você e os outros passageiros regulares não conseguiram entrar. Ou então, imagine que você tenha conseguido entrar no ônibus, mas este ficou tão cheio que não conseguiu sair do lugar por excesso de peso. Este ônibus acabou negando o seu serviço - o de transportá-lo até um local -, pois recebeu mais solicitações - neste caso, passageiros - do que suporta.
É importante frisar que quando um computador/site sofre ataque DoS, ele não é invadido, mas sim sobrecarregado. Isso independe do sistema operacional utilizado.
Os ataques do tipo DoS mais comuns podem ser feitos devido a algumas características do protocolo TCP/IP (Transmission Control Protocol / Internet Protocol), sendo possível ocorrer em qualquer computador que o utilize. Uma das formas de ataque mais conhecidas é a SYN Flooding, onde um computador tenta estabelecer uma conexão com um servidor através de um sinal do TCP conhecido por SYN (Synchronize). Se o servidor atender o pedido de conexão, enviará ao computador solicitante um sinal chamado ACK (Acknowledgement). O problema é que em ataques desse tipo, o servidor não consegue responder a todas as solicitações e então passa a recusar novos pedidos.
Outra forma de ataque comum é o UPD Packet Storm, onde um computador faz solicitações constantes para que uma máquina remota envie pacotes de respostas ao solicitante. A máquina fica tão sobrecarregada que não consegue executar suas funções.
Ataques DDoS
O DDoS, sigla para Distributed Denial of Service, é um ataque DoS ampliado, ou seja, que utiliza até milhares de computadores para atacar uma determinada máquina. Esse é um dos tipos mais eficazes de ataques e já prejudicou sites conhecidos, tais como os da CNN, Amazon, Yahoo, Microsoft e eBay.
Para que os ataques do tipo DDoS sejam bem-sucedidos, é necessário que se tenha um número grande de computadores para fazerem parte do ataque. Uma das melhores formas encontradas para se ter tantas máquinas, foi inserir programas de ataque DDoS em vírus ou em softwares maliciosos.
Em um primeiro momento, os hackers que criavam ataques DDoS tentavam "escravizar" computadores que agiam como servidores na internet. Com o aumento na velocidade de acesso à internet, passou-se a existir interesse nos computadores dos usuários comuns com acesso banda larga, já que estes representam um número muito grande de máquinas na internet.
Para atingir a massa, isto é, a enorme quantidade de computadores conectados à internet, vírus foram e são criados com a intenção de disseminar pequenos programas para ataques DoS. Assim, quando um vírus com tal poder contamina um computador, este fica disponível para fazer parte de um ataque DoS e o usuário dificilmente fica sabendo que sua máquina está sendo utilizado para tais fins. Como a quantidade de computadores que participam do ataque é grande, é praticamente impossível saber exatamente qual é a máquina principal do ataque.
Quando o computador de um internauta comum é infectado com um vírus com funções para ataques DoS, este computador passa a ser chamado de zumbi. Após a contaminação, os zumbis entram em contato com máquinas chamadas de mestres, que por sua vez recebem orientações (quando, em qual site/computador, tipo de ataque, entre outros) de um computador chamado atacante. Após receberem as ordens, os computadores mestres as repassam aos computadores zumbis, que efetivamente executam o ataque. Um computador mestre pode ter sob sua responsabilidade até milhares de computadores. Repare que nestes casos, as tarefas de ataque DoS são distribuídas a um "exército" de máquinas escravizadas. Daí é que surgiu o nome Distributed Denial of Service. A imagem abaixo ilustra a hierarquia de computadores usadas em ataques DDoS.

Como exemplo real de ataques DDoS ajudados por vírus, tem-se os casos das pragas digitais Codered, Slammer e MyDoom. Existem outros, mas estes são os que conseguiram os maiores ataques já realizados.
Impedindo e detectando ataques DoS
Apesar de não existir nenhum meio que consiga impedir totalmente um ataque DoS, é possível detectar a presença de ataques ou de computadores (zumbis) de uma rede que estão participando de um DDoS. Para isso, basta observar se está havendo mais tráfego do que o normal (principalmente em casos de sites, seja ele um menos conhecido, como o InfoWester, seja ele um muito utilizado, como o Google), se há pacotes TCP e UDP que não fazem parte da rede ou se há pacotes com tamanho acima do normal. Outra dica importante é utilizar softwares de IDS (Intrusion Detection System - Sistema de Identificação de Intrusos).
Para prevenção, uma das melhores armas é verificar as atualizações de segurança dos sistemas operacionais e softwares utilizados pelos computadores. Muitos vírus aproveitam de vulnerabilidades para efetuar contaminações. Também é importante filtrar certos tipos de pacotes na rede e desativar serviços que não são usados.
Emerson Alecrim, em 09/10/2004.
O que são ataques DoS
De acordo com a definição do CERT (Computer Emergency Response Team), os ataques DoS (Denial of Service), também denominados Ataques de Negação de Serviços, consistem em tentativas de impedir usuários legítimos de utilizarem um determinado serviço de um computador. Para isso, são usadas técnicas que podem: sobrecarregar uma rede a tal ponto em que os verdadeiros usuários dela não consigam usá-la; derrubar uma conexão entre dois ou mais computadores; fazer tantas requisições a um site até que este não consiga mais ser acessado; negar acesso a um sistema ou a determinados usuários.
Explicando de maneira ilustrativa, imagine que você usa um ônibus regularmente para ir ao trabalho. No entanto, em um determinado dia, uma quantidade enorme de pessoas "furaram a fila" e entraram no veículo, deixando-o tão lotado que você e os outros passageiros regulares não conseguiram entrar. Ou então, imagine que você tenha conseguido entrar no ônibus, mas este ficou tão cheio que não conseguiu sair do lugar por excesso de peso. Este ônibus acabou negando o seu serviço - o de transportá-lo até um local -, pois recebeu mais solicitações - neste caso, passageiros - do que suporta.
É importante frisar que quando um computador/site sofre ataque DoS, ele não é invadido, mas sim sobrecarregado. Isso independe do sistema operacional utilizado.
Os ataques do tipo DoS mais comuns podem ser feitos devido a algumas características do protocolo TCP/IP (Transmission Control Protocol / Internet Protocol), sendo possível ocorrer em qualquer computador que o utilize. Uma das formas de ataque mais conhecidas é a SYN Flooding, onde um computador tenta estabelecer uma conexão com um servidor através de um sinal do TCP conhecido por SYN (Synchronize). Se o servidor atender o pedido de conexão, enviará ao computador solicitante um sinal chamado ACK (Acknowledgement). O problema é que em ataques desse tipo, o servidor não consegue responder a todas as solicitações e então passa a recusar novos pedidos.
Outra forma de ataque comum é o UPD Packet Storm, onde um computador faz solicitações constantes para que uma máquina remota envie pacotes de respostas ao solicitante. A máquina fica tão sobrecarregada que não consegue executar suas funções.
Ataques DDoS
O DDoS, sigla para Distributed Denial of Service, é um ataque DoS ampliado, ou seja, que utiliza até milhares de computadores para atacar uma determinada máquina. Esse é um dos tipos mais eficazes de ataques e já prejudicou sites conhecidos, tais como os da CNN, Amazon, Yahoo, Microsoft e eBay.
Para que os ataques do tipo DDoS sejam bem-sucedidos, é necessário que se tenha um número grande de computadores para fazerem parte do ataque. Uma das melhores formas encontradas para se ter tantas máquinas, foi inserir programas de ataque DDoS em vírus ou em softwares maliciosos.
Em um primeiro momento, os hackers que criavam ataques DDoS tentavam "escravizar" computadores que agiam como servidores na internet. Com o aumento na velocidade de acesso à internet, passou-se a existir interesse nos computadores dos usuários comuns com acesso banda larga, já que estes representam um número muito grande de máquinas na internet.
Para atingir a massa, isto é, a enorme quantidade de computadores conectados à internet, vírus foram e são criados com a intenção de disseminar pequenos programas para ataques DoS. Assim, quando um vírus com tal poder contamina um computador, este fica disponível para fazer parte de um ataque DoS e o usuário dificilmente fica sabendo que sua máquina está sendo utilizado para tais fins. Como a quantidade de computadores que participam do ataque é grande, é praticamente impossível saber exatamente qual é a máquina principal do ataque.
Quando o computador de um internauta comum é infectado com um vírus com funções para ataques DoS, este computador passa a ser chamado de zumbi. Após a contaminação, os zumbis entram em contato com máquinas chamadas de mestres, que por sua vez recebem orientações (quando, em qual site/computador, tipo de ataque, entre outros) de um computador chamado atacante. Após receberem as ordens, os computadores mestres as repassam aos computadores zumbis, que efetivamente executam o ataque. Um computador mestre pode ter sob sua responsabilidade até milhares de computadores. Repare que nestes casos, as tarefas de ataque DoS são distribuídas a um "exército" de máquinas escravizadas. Daí é que surgiu o nome Distributed Denial of Service. A imagem abaixo ilustra a hierarquia de computadores usadas em ataques DDoS.

Como exemplo real de ataques DDoS ajudados por vírus, tem-se os casos das pragas digitais Codered, Slammer e MyDoom. Existem outros, mas estes são os que conseguiram os maiores ataques já realizados.
Impedindo e detectando ataques DoS
Apesar de não existir nenhum meio que consiga impedir totalmente um ataque DoS, é possível detectar a presença de ataques ou de computadores (zumbis) de uma rede que estão participando de um DDoS. Para isso, basta observar se está havendo mais tráfego do que o normal (principalmente em casos de sites, seja ele um menos conhecido, como o InfoWester, seja ele um muito utilizado, como o Google), se há pacotes TCP e UDP que não fazem parte da rede ou se há pacotes com tamanho acima do normal. Outra dica importante é utilizar softwares de IDS (Intrusion Detection System - Sistema de Identificação de Intrusos).
Para prevenção, uma das melhores armas é verificar as atualizações de segurança dos sistemas operacionais e softwares utilizados pelos computadores. Muitos vírus aproveitam de vulnerabilidades para efetuar contaminações. Também é importante filtrar certos tipos de pacotes na rede e desativar serviços que não são usados.
Emerson Alecrim, em 09/10/2004.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Mas, o que afinal é esse tal de HOAX ?
Dá-se o nome de hoax ("embuste" numa tradução literal) a histórias falsas recebidas por e-mail, cujo conteúdo, além das conhecidas correntes, consiste em apelos dramáticos de cunho sentimental ou religioso, supostas campanhas filantrópicas, humanitárias ou de socorro pessoal ou, ainda, falsos virus que ameaçam destruir, contaminar ou formatar o disco rígido do computador.
Etimologia
A palavra hoax veio do pretenso encantamento hocus pocus. "Hocus pocus", por sua vez, pode ser uma distorção da expressão latina "hoc est corpus" ("este é o corpo") proferido durante a missa. O assunto ainda é controverso entre os etimologistas
Etimologia
A palavra hoax veio do pretenso encantamento hocus pocus. "Hocus pocus", por sua vez, pode ser uma distorção da expressão latina "hoc est corpus" ("este é o corpo") proferido durante a missa. O assunto ainda é controverso entre os etimologistas
Hoaxes típicos
Eis algumas notícias muito estranhas mas que foram exaustivamente enviadas. Todas são inteiramente falsas:
A Seleção Brasileira vendeu a Copa do Mundo do 1998, num esquema milionário, que envolveu a Nike, a Adidas, a Fifa, a CBF e os jogadores.
A Ericsson e a Nokia estão distribuindo celulares grátis.
Bill Gates oferecendo a você US$1000.
A Disney está dando a você férias grátis.
O guaraná Kuat causa câncer e impotência.
Uma companhia de alimentos infantis está enviando cheques.
A Procter & Gamble faz parte de cultos satânicos e o seu logotipo é satânico.
A Mirabilis vai lhe enviar o ICQ 2000 se você enviar mensagens para todos seus amigos e seu ICQ irá mostrar rostinhos diferentes em cada nome.
A MTV lhe dará o direito de ficar nos bastidores se você enviar correspondências para um grande número de pessoas.
A Nestlé enviará um cesta com produtos se você reenviar o e-mail para 15 pessoas.
O MSN passará a ser pago. É um abaixo assinado contra isso.
O Orkut será pago (outro abaixo assinado contra isso).
As supostas fotos de dentro do avião da Gol que caiu na floresta Amazônica, e circularam por e-mail, na verdade são screenshots de cenas do seriado americano Lost.
A combinação entre Coca-Cola Light e a plastilha Menthos provoca uma combinação explosiva no estômago.
O Windows possui um arquivo chamado Jdbgmgr.exe, com o ícone de um urso, que na verdade seria um vírus. Observação: esse arquivo realmente existe no Windows, mas faz parte do sistema, ou seja: não é um vírus.
A que o asteróide 2 Pallas teve sua órbita alterada e segundo os últimos cálculos está em rota de colisão com a Terra. Trata-se de uma mensagem publicitária de lançamento da marca de um carro homônino da Citroën. Foi publicado nas páginas iniciais da UOL e Terra no mês de junho de 2007, e o link da página com o texto do hoax continua sendo repassado pela internet.
Notificação de dívida em serviços de proteção ao crédito (SERASA etc), apontanto para um link onde você insere seus dados (nome completo, CPF e endereço). Os spammers lammers captam suas informações (phishing) e cometem crimes e fraudes com sua identidade. Estas cobranças também muitas vezes apontam para um site o qual contém um Cavalo de Tróia que poderá instalar um keylogger (capturador de informações digitadas e de telas exibidas) no computador se o antivirus não estiver atualizado.
A Seleção Brasileira vendeu a Copa do Mundo do 1998, num esquema milionário, que envolveu a Nike, a Adidas, a Fifa, a CBF e os jogadores.
A Ericsson e a Nokia estão distribuindo celulares grátis.
Bill Gates oferecendo a você US$1000.
A Disney está dando a você férias grátis.
O guaraná Kuat causa câncer e impotência.
Uma companhia de alimentos infantis está enviando cheques.
A Procter & Gamble faz parte de cultos satânicos e o seu logotipo é satânico.
A Mirabilis vai lhe enviar o ICQ 2000 se você enviar mensagens para todos seus amigos e seu ICQ irá mostrar rostinhos diferentes em cada nome.
A MTV lhe dará o direito de ficar nos bastidores se você enviar correspondências para um grande número de pessoas.
A Nestlé enviará um cesta com produtos se você reenviar o e-mail para 15 pessoas.
O MSN passará a ser pago. É um abaixo assinado contra isso.
O Orkut será pago (outro abaixo assinado contra isso).
As supostas fotos de dentro do avião da Gol que caiu na floresta Amazônica, e circularam por e-mail, na verdade são screenshots de cenas do seriado americano Lost.
A combinação entre Coca-Cola Light e a plastilha Menthos provoca uma combinação explosiva no estômago.
O Windows possui um arquivo chamado Jdbgmgr.exe, com o ícone de um urso, que na verdade seria um vírus. Observação: esse arquivo realmente existe no Windows, mas faz parte do sistema, ou seja: não é um vírus.
A que o asteróide 2 Pallas teve sua órbita alterada e segundo os últimos cálculos está em rota de colisão com a Terra. Trata-se de uma mensagem publicitária de lançamento da marca de um carro homônino da Citroën. Foi publicado nas páginas iniciais da UOL e Terra no mês de junho de 2007, e o link da página com o texto do hoax continua sendo repassado pela internet.
Notificação de dívida em serviços de proteção ao crédito (SERASA etc), apontanto para um link onde você insere seus dados (nome completo, CPF e endereço). Os spammers lammers captam suas informações (phishing) e cometem crimes e fraudes com sua identidade. Estas cobranças também muitas vezes apontam para um site o qual contém um Cavalo de Tróia que poderá instalar um keylogger (capturador de informações digitadas e de telas exibidas) no computador se o antivirus não estiver atualizado.
E-mail sobre um possível HOAX
From: ????????@globo.com
To: dexterhome1@hotmail.com
Subject: Fw: DIOXINA!!!
Date: Thu, 11 Oct 2007 01:37:03 -0300
DIOXINA!!!
Não é a toa que a Coca-Cola está voltando com as garrafas de vidro.
Dioxina Carcinogênica causa especialmente câncer da mama.
Não congele sua água em garrafas ou utensílios de plástico, pois isso
provoca a liberação de dioxina do plástico.
Edward Fujimoto, médico do Casale Hospital, foi entrevistado por um
programa de TV explicando este alerta de saúde.
Ele é o gerente do Programa de Bem Estar/Programa de Promoção da Saúde do hospital.
Falou sobr e a Dioxina e seu risco de saúde para nós.
Mencionou que não devemos esquentar alimentos em vasilhames de plástico no
forno de microondas. Isto é aplicável para alimentos que contém gordura.
Disse que a combinação de gordura, alta temperatura e plástico, libera a
dioxina no alimento e por fim, vai parar nas células do nosso corpo.
Dioxinas são carcinógenos altamente tóxicos.
Ele recomenda: Use refratário de vidro, pirex ou porcelana para aquecer
alimentos. Você tem o mesmo resultado... sem as dioxinas.
Sopas semiprontas onde se adiciona água quente no invólucro de isopor ou
qualquer tipo de comida semipronta/congelada com invólucro de plástico,
próprio para ir ao forno ou microondas, deveriam ser retiradas das
embalagens originais e removidas para vasilhame de vidro ou louça para
aquecimento. Invólucro de papel não é ruim, mas não sabemos o que cada tipo
de papel pode conter, então, seria mais seguro utilizar refratário de
vidro, pirex ou porcelana. Vocês devem se lembr ar quando
alguns restaurantes fast-food (MacDonalds) trocaram invólucros de isopor pelo de papel.
O problema da dioxina seria um dos motivos.
Para acrescentar: filme-plástico (saran wrap) utilizado para proteger e
cobr ir alimentos, quando aquecidos podem na verdade respingar toxina
venenosa contida na composição do plástico no alimento a ser esquentado
junto com o vapor condensado. Use papel toalha, é mais seguro.
Repasse esta informação para os seus amigos.
To: dexterhome1@hotmail.com
Subject: Fw: DIOXINA!!!
Date: Thu, 11 Oct 2007 01:37:03 -0300
DIOXINA!!!
Não é a toa que a Coca-Cola está voltando com as garrafas de vidro.
Dioxina Carcinogênica causa especialmente câncer da mama.
Não congele sua água em garrafas ou utensílios de plástico, pois isso
provoca a liberação de dioxina do plástico.
Edward Fujimoto, médico do Casale Hospital, foi entrevistado por um
programa de TV explicando este alerta de saúde.
Ele é o gerente do Programa de Bem Estar/Programa de Promoção da Saúde do hospital.
Falou sobr e a Dioxina e seu risco de saúde para nós.
Mencionou que não devemos esquentar alimentos em vasilhames de plástico no
forno de microondas. Isto é aplicável para alimentos que contém gordura.
Disse que a combinação de gordura, alta temperatura e plástico, libera a
dioxina no alimento e por fim, vai parar nas células do nosso corpo.
Dioxinas são carcinógenos altamente tóxicos.
Ele recomenda: Use refratário de vidro, pirex ou porcelana para aquecer
alimentos. Você tem o mesmo resultado... sem as dioxinas.
Sopas semiprontas onde se adiciona água quente no invólucro de isopor ou
qualquer tipo de comida semipronta/congelada com invólucro de plástico,
próprio para ir ao forno ou microondas, deveriam ser retiradas das
embalagens originais e removidas para vasilhame de vidro ou louça para
aquecimento. Invólucro de papel não é ruim, mas não sabemos o que cada tipo
de papel pode conter, então, seria mais seguro utilizar refratário de
vidro, pirex ou porcelana. Vocês devem se lembr ar quando
alguns restaurantes fast-food (MacDonalds) trocaram invólucros de isopor pelo de papel.
O problema da dioxina seria um dos motivos.
Para acrescentar: filme-plástico (saran wrap) utilizado para proteger e
cobr ir alimentos, quando aquecidos podem na verdade respingar toxina
venenosa contida na composição do plástico no alimento a ser esquentado
junto com o vapor condensado. Use papel toalha, é mais seguro.
Repasse esta informação para os seus amigos.
Analizando as informações da mensagem acima
Vamos analizar por partes esta informação. Pois das duas uma: ou é uma invenção mentirosa (HOAX) ou pode ser a mais pura verdade.
1- O texto contém muita informação técnica o que faz crer ao leitor se tratar de uma informação de caráter ilibadamente verdadeira;
2- Dioxina ... O que é isto e o que se trata???
2-a- A dioxina surgiu como arma química usada pelos americanos na II Guerra Mundial. Sua sigla era LM. A intenção dos americanos era liberar essa substância nas lavouras dos japoneses. Entretanto, eles optaram por lançar a bomba atômica, em Nagasaki, no ano de 1945.
2-b- A dioxina mais comum é a tetraclorodibenzodioxina, ou 2,3,7,8-TCDD. As dioxinas mais tóxicas e uma das mais conhecidas tem átomos de cloro nas posições 2,3,7,8.
2-c- Entre os males causados pela dioxina no homem podemos citar o extermínio das defesas orgânicas (comparado à AIDS), o surgimento de vários tipos de câncer e a teratogenia, isto é, a propriedade de geração de crianças deformadas (falta de nariz, lábios leporinos, olhos cíclopes, ausência de cérebro etc.).
2-d- A dioxina aparece basicamente, na queima de produtos que contém cloro. O PVC, por exemplo, nosso velho conhecido, é inofensivo em si; todavia, a sua queima irá gerar dioxina, além do que, para esse produto, haverá a liberação de ácido cianídrico, poderoso tóxico.
2-e- Todavia, descobriu-se que no resfriamento dos gases de combustão, em determinada faixa de temperatura, lá estavam, de novo, dioxinas e furanos. As dioxinas e furanos têm grande afinidade pelas gorduras ou pelos alimentos que contém gorduras (lingüiças, queijos, leites, manteigas, carnes...). Caindo nas pastagens, ela passa às gorduras dos animais e daí para o alimento que o homem irá ingerir.
2-f- A descoberta de níveis alarmantes de contaminação de leite por dioxina na Alemanha levou as autoridades daquele país a suspender as importações de farelo de polpa cítrica (Citrus Pulp Pellets - CPP) do Brasil. O CPP brasileiro, largamente usado como parte da ração do gado europeu, foi apontado pelas investigações como a causa da contaminação. Logo em seguida, a Comissão Européia proibiu os países europeus de importarem o produto do Brasil até que houvesse garantias de que não estava mais contaminado e que houvesse um esclarecimento das causas da contaminação. Novas investigações revelaram, então, que a cal utilizada para neutralizar o farelo de polpa cítrica estava contaminada por dioxinas. A cal era proveniente da empresa petroquímica Solvay, braço brasileiro da multinacional de origem belga Solvay & Cie S/A.
2-g- Entretanto, recentemente foi descoberta uma contaminação por "dioxinas" no leite de vaca produzido na Europa, originada de produtos importados do Brasil. As autoridades européias depois de examinar uma ampla gama de possibilidades (detergentes, pesticidas, tintas, etc.), concluíram que a ração diária do gado continha níveis elevados de "dioxinas".
2-h- A gravidade da contaminação se acentua quando é sabido que a "dioxina" é considerada hoje a mais violenta substância criada pelo Homem, com seu grau de periculosidade ultrapassando o urânio e o plutônio. Além do que a contaminação não se compara com agente tóxico comum que se possa ver, sentir ou medir por grama. A medida usada para aferir a "dioxina" encontra-se na escala dos nanogramas, ou seja, um bilionésimo de grama.
2-i- Autoridades do mundo científico destacam que as doenças provocadas pela contaminação são várias, entre elas o "cloroacne", que dispensa definições; o câncer no fígado; o câncer no palato; o câncer no nariz; o câncer na língua; o câncer no aparelho respiratório; o câncer na tireóide; a queda de imunidade; malformações e óbitos fetais; abortamentos; distúrbios hormonais; concentrações aumentadas de colesterol e triglicéridos; hiperpigmentação da pele; dor de cabeça e nos músculos; desordem no aparelho digestivo; inapetência, fraqueza e perda de peso; neuropatias; perda da libido e desordens dos sensos.
2-j- Mas, o que mais causa indignação é que a contaminação não tem origem na cal, propriamente, mas somente se agrega ao produto quando seu processamento é realizado sem a mínima observação dos padrões técnicos ou quando afronta as normas que regulam o controle do meio ambiente e da saúde pública. Apesar disso, ainda é possível encontrar dezenas de produtores que, criminosamente, realizam a calcinação com a queima de pneus, lixo plástico ou combustíveis alternativos, colocando em risco a saúde e a vida de milhões de pessoas no Brasil e dos demais países que importam produtos brasileiros.
3- Politereftalato de etila, ou PET, é um poliéster, polímero termoplástico ou plástico, desenvolvido por dois químicos britânicos Whinfield e Dickson em 1941, formado pela reação entre o ácido tereftálico e o etileno glicol, formando um poliéster. Utiliza-se principalmente na forma de fibras para tecelagem e de embalagens para bebidas.
Possui propriedades termoplásticas, isto é, pode ser reprocessado diversas vezes pelo mesmo ou por outro processo de transformação. Quando aquecidos a temperaturas adequadas, esses plásticos amolecem, fundem e podem ser novamente moldados.
As garrafas produzidas com este polímero só começaram a ser fabricadas na década de 70, após cuidadosa revisão dos aspectos de segurança e meio ambiente.
No começo dos anos 80, os Estados Unidos e o Canadá iniciaram a coleta dessas garrafas, reciclando-as inicialmente para fazer enchimento de almofadas. Com a melhoria da qualidade do PET reciclado, surgiram aplicações importantes, como tecidos, lâminas e garrafas para produtos não alimentícios.
Mais tarde na década de 90, o governo americano autorizou o uso destes material reciclado em embalagens de alimentos.
4- O QUE É PET
O PET - Poli (Tereftalato de Etileno) - é um poliéster, polímero termoplástico.
Simplificando, PET é o melhor e mais resistente plástico para fabricação de garrafas e embalagens para refrigerantes, águas, sucos, óleos comestíveis, medicamentos, cosméticos, produtos de higiene e limpeza, destilados, isotônicos, cervejas, entre vários outros como embalagens termoformadas, chapas e cabos para escova de dente.
O PET proporciona alta resistência mecânica (impacto) e química, além de ter excelente barreira para gases e odores. Devido as características já citadas e o peso muito menor que das embalagens tradicionais, o PET mostrou ser o recipiente ideal para a indústria de bebidas em todo o mundo, reduzindo custos de transporte e produção. Por tudo isso, oferece ao consumidor um produto substancialmente mais barato, seguro e moderno.
Não seria o vilão o tal do PVC ???
Além das dioxinas, outros compostos da decomposição térmica do PVC, como furanos e ftalatos, têm sido recentemente estudados pelos seus efeitos nocivos e formação de compostos de prolongada persistência no meio ambiente. Estes problemas vêm comprometendo a utilização do PVC em materiais de embalagem e outros materiais, apesar de suas excelentes características de maquinabilidade e baixo custo relativo comparado com outras resinas.
Para terminar, entre no site da Coca Cola do Brasil no endereço abaixo e leia sobre os mitos que envolvem esta estória relacionada à este refrigerante.
http://www.cocacolabrasil.com.br/boatos_mitos.asp?categoria=27
"...Não há qualquer base científica que comprove ou que sugira que garrafas de PET venham a liberar dioxinas em presença de líquidos congelados.
Dioxinas são compostos produzidos a temperaturas extremamente elevadas, acima de 370º C. Elas não se formam à temperatura ambiente ou de congelamento.
O PET (polietileno tereftalato) usado na fabricação de garrafas de refrigerantes, mesmo quando incinerado, não forma dioxina.
Os produtos gerados da queima de uma embalagem PET são principalmente, água, dióxido de carbono – um gás encontrado na atmosfera que, também, é consequência de nossa própria respiração, além de traços de metano, etileno, acetaldeído e ácido tereftálico. Nenhuma destas substâncias é tóxica nos níveis liberados por uma garrafa de PET quando incinerada.
A maior parte das bebidas não alcoólicas, inclusive água, produzida no Brasil, se utilizam das embalagens de PET que contou com diversos estudos, pesquisas e normas antes de ser certificado como um plástico seguro para o uso e com ampla utilização em todo o mundo.
Os testes realizados nas embalagens de PET tanto pelos laboratórios de controle de todo o mundo como por laboratórios de pesquisa de universidades e de institutos atestam que não há migração de substâncias tóxicas como dioxinas e outras para os líquidos contidos nestas embalagens.
No Brasil, o Ministério da Saúde autoriza o PET para diversas aplicações de acondicionamento de alimentos e bebidas. As normas brasileiras seguem rígidos padrões internacionais as quais têm que ser respeitadas pelos produtores de embalagens.
Informações adicionais podem ser obtidas nos sites:
Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, com sede em São Paulo-SP
http://www.plastivida.org.br clique em “Importância para a Vida” e, opte pelo item “Saúde/Alimentos” (nº 62/63 e 64/65).
American Plastics Council (Conselho Americano de Plásticos) dos E.U.A. (em inglês)
http://www.plasticsinfo.org/s_plasticsinfo/sec_level2_faq.asp?CID=705&DID=2839#8
Texto analizado, levei exatamente 12 minutos a partir do recebimento da informação e descobri ser FALSA e que a informação não procede.
Além disto, por ter feito a pesquisa, aprendi um monte de coisa nova.
É o ócio do ofício...
1- O texto contém muita informação técnica o que faz crer ao leitor se tratar de uma informação de caráter ilibadamente verdadeira;
2- Dioxina ... O que é isto e o que se trata???
2-a- A dioxina surgiu como arma química usada pelos americanos na II Guerra Mundial. Sua sigla era LM. A intenção dos americanos era liberar essa substância nas lavouras dos japoneses. Entretanto, eles optaram por lançar a bomba atômica, em Nagasaki, no ano de 1945.
2-b- A dioxina mais comum é a tetraclorodibenzodioxina, ou 2,3,7,8-TCDD. As dioxinas mais tóxicas e uma das mais conhecidas tem átomos de cloro nas posições 2,3,7,8.
2-c- Entre os males causados pela dioxina no homem podemos citar o extermínio das defesas orgânicas (comparado à AIDS), o surgimento de vários tipos de câncer e a teratogenia, isto é, a propriedade de geração de crianças deformadas (falta de nariz, lábios leporinos, olhos cíclopes, ausência de cérebro etc.).
2-d- A dioxina aparece basicamente, na queima de produtos que contém cloro. O PVC, por exemplo, nosso velho conhecido, é inofensivo em si; todavia, a sua queima irá gerar dioxina, além do que, para esse produto, haverá a liberação de ácido cianídrico, poderoso tóxico.
2-e- Todavia, descobriu-se que no resfriamento dos gases de combustão, em determinada faixa de temperatura, lá estavam, de novo, dioxinas e furanos. As dioxinas e furanos têm grande afinidade pelas gorduras ou pelos alimentos que contém gorduras (lingüiças, queijos, leites, manteigas, carnes...). Caindo nas pastagens, ela passa às gorduras dos animais e daí para o alimento que o homem irá ingerir.
2-f- A descoberta de níveis alarmantes de contaminação de leite por dioxina na Alemanha levou as autoridades daquele país a suspender as importações de farelo de polpa cítrica (Citrus Pulp Pellets - CPP) do Brasil. O CPP brasileiro, largamente usado como parte da ração do gado europeu, foi apontado pelas investigações como a causa da contaminação. Logo em seguida, a Comissão Européia proibiu os países europeus de importarem o produto do Brasil até que houvesse garantias de que não estava mais contaminado e que houvesse um esclarecimento das causas da contaminação. Novas investigações revelaram, então, que a cal utilizada para neutralizar o farelo de polpa cítrica estava contaminada por dioxinas. A cal era proveniente da empresa petroquímica Solvay, braço brasileiro da multinacional de origem belga Solvay & Cie S/A.
2-g- Entretanto, recentemente foi descoberta uma contaminação por "dioxinas" no leite de vaca produzido na Europa, originada de produtos importados do Brasil. As autoridades européias depois de examinar uma ampla gama de possibilidades (detergentes, pesticidas, tintas, etc.), concluíram que a ração diária do gado continha níveis elevados de "dioxinas".
2-h- A gravidade da contaminação se acentua quando é sabido que a "dioxina" é considerada hoje a mais violenta substância criada pelo Homem, com seu grau de periculosidade ultrapassando o urânio e o plutônio. Além do que a contaminação não se compara com agente tóxico comum que se possa ver, sentir ou medir por grama. A medida usada para aferir a "dioxina" encontra-se na escala dos nanogramas, ou seja, um bilionésimo de grama.
2-i- Autoridades do mundo científico destacam que as doenças provocadas pela contaminação são várias, entre elas o "cloroacne", que dispensa definições; o câncer no fígado; o câncer no palato; o câncer no nariz; o câncer na língua; o câncer no aparelho respiratório; o câncer na tireóide; a queda de imunidade; malformações e óbitos fetais; abortamentos; distúrbios hormonais; concentrações aumentadas de colesterol e triglicéridos; hiperpigmentação da pele; dor de cabeça e nos músculos; desordem no aparelho digestivo; inapetência, fraqueza e perda de peso; neuropatias; perda da libido e desordens dos sensos.
2-j- Mas, o que mais causa indignação é que a contaminação não tem origem na cal, propriamente, mas somente se agrega ao produto quando seu processamento é realizado sem a mínima observação dos padrões técnicos ou quando afronta as normas que regulam o controle do meio ambiente e da saúde pública. Apesar disso, ainda é possível encontrar dezenas de produtores que, criminosamente, realizam a calcinação com a queima de pneus, lixo plástico ou combustíveis alternativos, colocando em risco a saúde e a vida de milhões de pessoas no Brasil e dos demais países que importam produtos brasileiros.
3- Politereftalato de etila, ou PET, é um poliéster, polímero termoplástico ou plástico, desenvolvido por dois químicos britânicos Whinfield e Dickson em 1941, formado pela reação entre o ácido tereftálico e o etileno glicol, formando um poliéster. Utiliza-se principalmente na forma de fibras para tecelagem e de embalagens para bebidas.
Possui propriedades termoplásticas, isto é, pode ser reprocessado diversas vezes pelo mesmo ou por outro processo de transformação. Quando aquecidos a temperaturas adequadas, esses plásticos amolecem, fundem e podem ser novamente moldados.
As garrafas produzidas com este polímero só começaram a ser fabricadas na década de 70, após cuidadosa revisão dos aspectos de segurança e meio ambiente.
No começo dos anos 80, os Estados Unidos e o Canadá iniciaram a coleta dessas garrafas, reciclando-as inicialmente para fazer enchimento de almofadas. Com a melhoria da qualidade do PET reciclado, surgiram aplicações importantes, como tecidos, lâminas e garrafas para produtos não alimentícios.
Mais tarde na década de 90, o governo americano autorizou o uso destes material reciclado em embalagens de alimentos.
4- O QUE É PET
O PET - Poli (Tereftalato de Etileno) - é um poliéster, polímero termoplástico.
Simplificando, PET é o melhor e mais resistente plástico para fabricação de garrafas e embalagens para refrigerantes, águas, sucos, óleos comestíveis, medicamentos, cosméticos, produtos de higiene e limpeza, destilados, isotônicos, cervejas, entre vários outros como embalagens termoformadas, chapas e cabos para escova de dente.
O PET proporciona alta resistência mecânica (impacto) e química, além de ter excelente barreira para gases e odores. Devido as características já citadas e o peso muito menor que das embalagens tradicionais, o PET mostrou ser o recipiente ideal para a indústria de bebidas em todo o mundo, reduzindo custos de transporte e produção. Por tudo isso, oferece ao consumidor um produto substancialmente mais barato, seguro e moderno.
Não seria o vilão o tal do PVC ???
Além das dioxinas, outros compostos da decomposição térmica do PVC, como furanos e ftalatos, têm sido recentemente estudados pelos seus efeitos nocivos e formação de compostos de prolongada persistência no meio ambiente. Estes problemas vêm comprometendo a utilização do PVC em materiais de embalagem e outros materiais, apesar de suas excelentes características de maquinabilidade e baixo custo relativo comparado com outras resinas.
Para terminar, entre no site da Coca Cola do Brasil no endereço abaixo e leia sobre os mitos que envolvem esta estória relacionada à este refrigerante.
http://www.cocacolabrasil.com.br/boatos_mitos.asp?categoria=27
"...Não há qualquer base científica que comprove ou que sugira que garrafas de PET venham a liberar dioxinas em presença de líquidos congelados.
Dioxinas são compostos produzidos a temperaturas extremamente elevadas, acima de 370º C. Elas não se formam à temperatura ambiente ou de congelamento.
O PET (polietileno tereftalato) usado na fabricação de garrafas de refrigerantes, mesmo quando incinerado, não forma dioxina.
Os produtos gerados da queima de uma embalagem PET são principalmente, água, dióxido de carbono – um gás encontrado na atmosfera que, também, é consequência de nossa própria respiração, além de traços de metano, etileno, acetaldeído e ácido tereftálico. Nenhuma destas substâncias é tóxica nos níveis liberados por uma garrafa de PET quando incinerada.
A maior parte das bebidas não alcoólicas, inclusive água, produzida no Brasil, se utilizam das embalagens de PET que contou com diversos estudos, pesquisas e normas antes de ser certificado como um plástico seguro para o uso e com ampla utilização em todo o mundo.
Os testes realizados nas embalagens de PET tanto pelos laboratórios de controle de todo o mundo como por laboratórios de pesquisa de universidades e de institutos atestam que não há migração de substâncias tóxicas como dioxinas e outras para os líquidos contidos nestas embalagens.
No Brasil, o Ministério da Saúde autoriza o PET para diversas aplicações de acondicionamento de alimentos e bebidas. As normas brasileiras seguem rígidos padrões internacionais as quais têm que ser respeitadas pelos produtores de embalagens.
Informações adicionais podem ser obtidas nos sites:
Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, com sede em São Paulo-SP
http://www.plastivida.org.br clique em “Importância para a Vida” e, opte pelo item “Saúde/Alimentos” (nº 62/63 e 64/65).
American Plastics Council (Conselho Americano de Plásticos) dos E.U.A. (em inglês)
http://www.plasticsinfo.org/s_plasticsinfo/sec_level2_faq.asp?CID=705&DID=2839#8
Texto analizado, levei exatamente 12 minutos a partir do recebimento da informação e descobri ser FALSA e que a informação não procede.
Além disto, por ter feito a pesquisa, aprendi um monte de coisa nova.
É o ócio do ofício...
sábado, 6 de outubro de 2007
Como Agem os Anti-Vírus
Os programas anti-vírus agem, principalmente, lançando mão de 4 formas diferentes, para conseguir detectar o máximo de vírus possível. Abaixo resumimos - de forma bem resumida - esses métodos.
Escaneamento de vírus conhecidos
Este é o método mais antigo, e ainda hoje um dos principais métodos utilizados por todos os programas anti-vírus do mercado.
Envolve o escaneamento em busca de vírus já conhecidos, isto é aqueles vírus que já são conhecidos das empresas de anti-vírus.
Uma vez que as empresas recebem uma amostra de um vírus eles o desassemblam para que seja separada uma string (um grupo de caracteres seqüenciais) dentro do código viral que só seja encontrada nesse vírus, e em nenhum programa normal à venda no mundo. Essa string, uma espécie de impressão digital do vírus, passa a ser distribuída semanalmente pelos fabricantes, dentro de suas vacinas.
O "engine" do anti-vírus usa esse verdadeiro banco-de-dados de strings para ler cada arquivo do disco, um a um, do mesmo modo que o sistema operacional lê cada arquivo para carregá-lo na memória e/ou executá-lo. Se ele encontrar alguma das strings, identificadoras de vírus, o anti-vírus envia um alerta para o usuário, informando da existência do vírus.
Esse método não pode, entretanto, ser o único que o anti-vírus deva utilizar. Confiar apenas no conhecimento de vírus passados, pode ser pouco, deixando o usuário totalmente à descoberto quanto a novos vírus. Assim os fabricantes de anti-vírus passaram a utilizar de métodos adicionais, que permitissem detectar vírus novos, onde o escaneamento citado neste tópico não está ainda disponível.
Sensoreamento Heurístico
Os programas anti-vírus agora lançam mão do sensoreamento heurístico, isto é, a análise do código de cada programa que esteja sendo executado em memória (lembrete: todos os programas são executados em memória RAM!), ou quando um escaneamento sob demanda for solicitado pelo usuário. O "engine" varre os programas em busca de códigos assembler que indicam uma instrução que não deva ser executada por programas normais, mas que um vírus pode executar.
Um exemplo seria a descoberta de uma instrução dentro de um arquivo que faça uma chamada para a gravação dentro de um arquivo executável.
Este é um processo muito complexo, e sujeito a erros, pois algumas vezes um executável precisa gravar sobre ele mesmo, ou sobre outro arquivo, dentro de um processo de reconfiguração, por exemplo. O próprio programa anti-vírus deve pesar muito bem o risco/autenticidade desse tipo de instrução, antes de soar o alarme. Além disso, ou por culpa disso, o usuário deve compreender que em algumas situações poderá receber falsos alarmes - o que no jargão do mercado é chamado de FALSO POSITIVO (um aviso de vírus é dado, mas ele na verdade é falso - isto é: não é verdadeiro).
Os anti-vírus devem monitorar constantemente as operações que são executadas a cada instante no computador, visualizando acessos a arquivos e sinais de atividades suspeitas, tal como um arquivo tentando se auto-copiar em outros arquivos.
Embora sujeitas a erros, como aliás nós ficamos quando vemos uma pessoa desconhecida se aproximar de uma criança. Como avaliar com certeza se essa pessoa tem ou não boas intenções nesse acesso à criança?
Busca Algorítmica
Alguns programas anti-vírus usam uma tática diferente das anteriores, através da aplicação de algoritmos descritos em suas vacinas.
Vamos dar um exemplo. A busca à string 0A071A20 para detectar um vírus fictício:
SE este é arquivo de extensão COM
E SE ele tem mais de 900 bytes
E SE há uma instrução de salto para 597 bytes antes do final do arquivo
E SE a string 0A071A20 aparece nesta localização
ENTÃO abra uma janela de alerta "Vírus XXYYZZ.597 foi encontrado"
Esse método é mais eficaz que o primeiro método, porém leva a um código muito maior para as vacinas e engines, além de consumir maior tempo para escanear todo o computador.
Checagem de Integridade
Além dos métodos de escaneamento existem outras técnicas possíveis, tal como a técnica de checagem de integridade. Essa técnica cria um banco-de-dados, com o registro dos dígitos verificadores para cada arquivo existente no disco, que é salvo no disco para comparações posteriores.
Mais tarde, quando executada novamente esta checagem, o banco-de-dados é utilizado para conferir que nenhuma alteração, nem mesmo de um único byte, seja encontrada. Em se encontrando algum arquivo que o novo digito verificador não bata com o gravado anteriormente, é dado o alarme da possível existência de um arquivo contaminado.
Obviamente o usuário deverá aquilatar se o real motivo dessa alteração seja devido a uma atividade suspeita, ou se foi causada simplesmente por uma nova configuração, efetuada recentemente, e portanto legítima.
Todos esses métodos têm bom e maus pontos de vista. Para bloquear qualquer possibilidade de atividade de vírus, os programas de anti-vírus têm de fazer seu computador até mesmo inconveniente de utilizar.
Mesmo assim você ainda não terá NUNCA a certeza absoluta da garantia da segurança 100%.
Além disso os vírus, e seus companheiros trojans e worms, não são a única explicação das causas de perdas de dados e/ou programas em seu micro. Assim é ESSENCIAL que você utilize freqüentemente - se possível diariamente - um bom programa de backup. A única maneira de você poder ter seus arquivos de volta, com certeza mesmo.
Fonte: http://www.pypbr.com/infovir/anti-virus.asp
Escaneamento de vírus conhecidos
Este é o método mais antigo, e ainda hoje um dos principais métodos utilizados por todos os programas anti-vírus do mercado.
Envolve o escaneamento em busca de vírus já conhecidos, isto é aqueles vírus que já são conhecidos das empresas de anti-vírus.
Uma vez que as empresas recebem uma amostra de um vírus eles o desassemblam para que seja separada uma string (um grupo de caracteres seqüenciais) dentro do código viral que só seja encontrada nesse vírus, e em nenhum programa normal à venda no mundo. Essa string, uma espécie de impressão digital do vírus, passa a ser distribuída semanalmente pelos fabricantes, dentro de suas vacinas.
O "engine" do anti-vírus usa esse verdadeiro banco-de-dados de strings para ler cada arquivo do disco, um a um, do mesmo modo que o sistema operacional lê cada arquivo para carregá-lo na memória e/ou executá-lo. Se ele encontrar alguma das strings, identificadoras de vírus, o anti-vírus envia um alerta para o usuário, informando da existência do vírus.
Esse método não pode, entretanto, ser o único que o anti-vírus deva utilizar. Confiar apenas no conhecimento de vírus passados, pode ser pouco, deixando o usuário totalmente à descoberto quanto a novos vírus. Assim os fabricantes de anti-vírus passaram a utilizar de métodos adicionais, que permitissem detectar vírus novos, onde o escaneamento citado neste tópico não está ainda disponível.
Sensoreamento Heurístico
Os programas anti-vírus agora lançam mão do sensoreamento heurístico, isto é, a análise do código de cada programa que esteja sendo executado em memória (lembrete: todos os programas são executados em memória RAM!), ou quando um escaneamento sob demanda for solicitado pelo usuário. O "engine" varre os programas em busca de códigos assembler que indicam uma instrução que não deva ser executada por programas normais, mas que um vírus pode executar.
Um exemplo seria a descoberta de uma instrução dentro de um arquivo que faça uma chamada para a gravação dentro de um arquivo executável.
Este é um processo muito complexo, e sujeito a erros, pois algumas vezes um executável precisa gravar sobre ele mesmo, ou sobre outro arquivo, dentro de um processo de reconfiguração, por exemplo. O próprio programa anti-vírus deve pesar muito bem o risco/autenticidade desse tipo de instrução, antes de soar o alarme. Além disso, ou por culpa disso, o usuário deve compreender que em algumas situações poderá receber falsos alarmes - o que no jargão do mercado é chamado de FALSO POSITIVO (um aviso de vírus é dado, mas ele na verdade é falso - isto é: não é verdadeiro).
Os anti-vírus devem monitorar constantemente as operações que são executadas a cada instante no computador, visualizando acessos a arquivos e sinais de atividades suspeitas, tal como um arquivo tentando se auto-copiar em outros arquivos.
Embora sujeitas a erros, como aliás nós ficamos quando vemos uma pessoa desconhecida se aproximar de uma criança. Como avaliar com certeza se essa pessoa tem ou não boas intenções nesse acesso à criança?
Busca Algorítmica
Alguns programas anti-vírus usam uma tática diferente das anteriores, através da aplicação de algoritmos descritos em suas vacinas.
Vamos dar um exemplo. A busca à string 0A071A20 para detectar um vírus fictício:
SE este é arquivo de extensão COM
E SE ele tem mais de 900 bytes
E SE há uma instrução de salto para 597 bytes antes do final do arquivo
E SE a string 0A071A20 aparece nesta localização
ENTÃO abra uma janela de alerta "Vírus XXYYZZ.597 foi encontrado"
Esse método é mais eficaz que o primeiro método, porém leva a um código muito maior para as vacinas e engines, além de consumir maior tempo para escanear todo o computador.
Checagem de Integridade
Além dos métodos de escaneamento existem outras técnicas possíveis, tal como a técnica de checagem de integridade. Essa técnica cria um banco-de-dados, com o registro dos dígitos verificadores para cada arquivo existente no disco, que é salvo no disco para comparações posteriores.
Mais tarde, quando executada novamente esta checagem, o banco-de-dados é utilizado para conferir que nenhuma alteração, nem mesmo de um único byte, seja encontrada. Em se encontrando algum arquivo que o novo digito verificador não bata com o gravado anteriormente, é dado o alarme da possível existência de um arquivo contaminado.
Obviamente o usuário deverá aquilatar se o real motivo dessa alteração seja devido a uma atividade suspeita, ou se foi causada simplesmente por uma nova configuração, efetuada recentemente, e portanto legítima.
Todos esses métodos têm bom e maus pontos de vista. Para bloquear qualquer possibilidade de atividade de vírus, os programas de anti-vírus têm de fazer seu computador até mesmo inconveniente de utilizar.
Mesmo assim você ainda não terá NUNCA a certeza absoluta da garantia da segurança 100%.
Além disso os vírus, e seus companheiros trojans e worms, não são a única explicação das causas de perdas de dados e/ou programas em seu micro. Assim é ESSENCIAL que você utilize freqüentemente - se possível diariamente - um bom programa de backup. A única maneira de você poder ter seus arquivos de volta, com certeza mesmo.
Fonte: http://www.pypbr.com/infovir/anti-virus.asp
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